Veja a padaria que possui um sorvete super elogiado no bairro.

Sorvete

Olá Pessoal!!!

A resenha de hoje é para falar de um produto com a cara do verão: Sorvete!!!!

Gente, há algum tempo ouço meus amigos e vizinhos elogiarem bastante o sorvete vendido na Padaria Nova Colonial.

Ontem resolvi provar e vou contar para vocês sobre a minha opinião…

Eu provei o sorvete de menta com flocos. Amo sorvete de menta mais que tudo nessa vida…rsrsrsrs. Achei o gosto da menta suave e os pedaços de chocolate são bem pequenos, quase imperceptíveis. Confesso que prefiro sorvete de menta com um sabor um pouco mais forte .Porém, eu gostei.

Sorvete de Menta com Flocos

Os pontos positivos desse sorvete para mim são: A textura leve, a boa cremosidade, não é enjoativo e não derrete facilmente.

Geralmente, sorvete de massa não me cai muito bem. Frequentemente, parece que ao invés de ter tomado sorvete, eu comi um tijolo…rsrsrs. Fico me sentindo enjoada, pesada e desconfortável. Entretanto, isso não ocorreu com o sorvete que provei na Nova Colonial. Fiquei bem surpresa. Ele me caiu muito bem.

Como ponto negativo, aponto as poucas opções de sabores e o preço. Para quem consome pouco sorvete, como eu , não achei caro. Paguei R$ 6,99 em 100 gramas. Porém, para quem costuma consumir “litros”, o preço final pode sair salgado.

Percebi que muitas pessoas vão a Nova Colonial para saborear do sorvete. Inclusive, ouvi uma mulher que estava sentada na minha frente, comentar o quanto gostou dele.

Opinião final: Vale a pena provar, pois além de ser gostoso, neste calor, tomar um sorvete leve e refrescante, não há coisa melhor!!!! Eu pretendo voltar.

Ah, para quem não quer fugir da dieta, existem opções de sorvete zero açúcar!!!

Para quem quiser conferir mais dicas de doces é só clicar aqui: https://temnopedaco.com.br/category/doces/

Padaria Nova Colonial: Rua Luís Góis, 1717 – Mirandópolis, São Paulo – SP, 04043-350.

Até a próxima!!!

Beijocas apertadas

Dani

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Caism- Conheça mais um recurso público de saúde disponível na Vila Mariana.

Caism

Olá Pessoal!!!

Acho importante termos conhecimento de recursos públicos disponíveis no bairro, já que, nunca se sabe quando podemos precisar.

Não sei se todos conhecem, mas na Vila Mariana temos um Hospital Psiquiátrico, que possui  pronto socorro aberto 24 horas. Este hospital chama-se Centro de Atenção à Saúde Mental – Caism.

Parte externa do Caism
Fonte da foto: Site SPDM

Este hospital atende crianças, adolescentes, adultos e idosos com problemas psiquiátricos e usuários de substâncias psicoativas.

De acordo com algumas opiniões que li no Google, o Caism conta com avaliações positivas no que se refere ao atendimento. Num total de 5 estrelas, neste momento, vi que ele possui 4,5. Nada mal!!

Pelo que eu entendi,mas vocês podem confirmar ligando no local(deixei o endereço e telefone logo abaixo), para marcar consultas ambulatoriais  e realizar tratamento no Caism, é necessário que o paciente seja encaminhado através do Posto de Saúde, ou melhor,da Unidade Básica de Saúde (UBS). Após os trâmites na UBS de referência (consulta com o clínico e a entrega da  guia fornecida pelo médico ao setor de regulação de vagas da própria unidade básica) , a UBS será responsável pela marcação da consulta, via sistema. Assim que a vaga for disponibilizada, a unidade básica entrará em contato com o paciente para que ele busque uma nova guia contendo:  o nome do hospital ou local de tratamento, endereço, telefone, a data e hora da consulta agendada.

No dia e hora da consulta marcada , o paciente deverá levar ao hospital esta guia (entregue pela UBS), junto com os documentos necessários ( na guia estará descrito quais são eles).

Se você não sabe qual é a sua UBS de referência, clique aqui: https://temnopedaco.com.br/saiba-porque-voce-deve-conhecer-qual-e-o-seu-posto-de-saude-ubs-na-vila-mariana/

Já para os casos de emergências e necessidade de atendimento no Pronto Socorro, não é necessário encaminhamento. Pode-se comparecer diretamente ao local, portando : RG, Comprovante de residência e Cartão SUS.

O Caism fica na Rua Major Maragliano, 241, na Vila Mariana. Esta rua é próximo a ESPM e a Faculdade Belas Artes.

Tel: 3466 2170

Site: http://www.spdm.org.br/onde-estamos/ambulatorios-e-centros/centro-de-atencao-integrada-a-saude-mental-vila-mariana-caism

Beijocas Apertadas

Dani

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Aprenda a cuidar de si e ter uma vida mais Feliz!!!

Cuidar de si

(*) Artigo elaborado pela Dra Fabiane Alves.

Quando pensamos sobre “O cuidado de si” vem logo o pensamento do quanto estamos sendo egoístas, pois aprendemos que temos que renunciar a nós mesmos e aceitar as regras de uma sociedade ou religião.

O olhar do outro para você que deseja cuidar da sua vida e preocupa-se consigo mesma é um olhar que te julga como uma criminosa.

E na verdade o cuidar de si é a construção da sua subjetividade, sua essência, sua identidade individual e única. 

Somente a coragem de construir sua subjetividade lhe dará o tão falado empoderamento, palavra muito citada nos dias atuais.

Empoderamento é saber que você pode, dentro dos seus limites e ética com o próximo ser e fazer o que quiser.

Cuidar de si é algo subjetivo também, cada um tem sua necessidade especifica e cada um tem seus motivos específicos para muitas vezes não conseguir identificar e a partir disso iniciar seu processo de cuidado, que é constante…

Todas as vezes que não sabemos o que fazer, temos que reconhecer nossa necessidade do outro e pedir ajuda, orientação, indicação e isso só nos enobrece e fortalece as relações.

O cuidar de si envolve muito mais que o cuidado com o corpo, inclui também o cuidado com o que penso, o que guardo na minha memoria e o que faço com ela. Levar a sério um tratamento e as minhas relações, seja familiar, de amizade ou relacionamento amoroso também é essencial no cuidado pessoal de cada um, pois isso influência na minha satisfação com a vida e o valor que darei a ela.

Sou responsável pela minha vida e pelo que acontece nela e por este motivo devo sentir-me no direito de decidir o melhor para mim, ainda que isso seja contrário a opinião de terceiros

Pense nisso!

Dra Fabiane Alves

Psicóloga Clínica, especialista em Psicopatologia e Saúde Pública pela FMUSP

CRP 06/121208

Contatos:

  • Tel: (011) 96596-8082


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Veja porque este ilustre morador da Vila Mariana recebeu o apelido de Nhonhô da Estrada!!!!

(*)Foto do bairro da Vila Mariana, aproximadamente, por volta do ano de 1900. Fonte: Site Estações Ferroviárias. O Link deste site está disponível no final do texto.

Olá Pessoal!!

Hoje tratei para vocês uma curiosidade sobre um morador das antigas da Vila Mariana, o Sr Nhonhô da Estrada. Pelo relato, acredito que ele tenha residido no bairro no início do séc XX, mais precisamente, a partir do ano de 1901.

Como fonte para redigir este artigo, utilizei o seguinte livro:  A história dos bairros de São Paulo , o bairro de Vila Mariana, do autor Pedro Domingos Masarolo.

Nhonhô da Estrada era um sitiante, nascido na Vila Mariana, cujo dedicava-se aos trabalhos em sua roça.

Recebeu este apelido, porque era dono de pequena propriedade rural, localizada entre as ruas da Saudade e Sena Madureira, estas próximas a Estrada do Carro, que era caminho para Santo Amaro.

Nhonhô era solteiro e morava com a sua mãe, Dona Mariquinha. Ele era um homem simples, cordial e amigo de todos que residiam no bairro e nas proximidades. Seu sítio era parada certa para o descanso de seus conterrâneos, que viajavam pela cidade utilizando carro de bois.

Foto meramente ilustrativa.

O autor relatou que, antes da chegada do progresso, a propriedade de Nhonhô era muito grande.  Inclusive, mencionou que atual rua Francisco Cruz pertencia ao seu lote de terra, onde nela existia uma capela, conhecida na época como Capelinha das Almas.

Esta rua (Francisco Cruz), conforme descreve o autor, servia de atalho para as tropas que vinham de Pinheiros e se deslocavam para a Estrada do Mar.

Foto meramente ilustrativa.

Com o início do progresso, Nhonhô perdeu parte de sua propriedade. A estrada de ferro dividiu-a ao meio e as terras pertencentes ao Caminho do Carro, tornaram-se de servidão publica, pois ligavam a Rua Domingos de Morais à Estrada da Saúde. Aos poucos, Nhonhô viu-se obrigado a vender mais lotes. Com a chegada definitiva do progresso, foram construídas residências no local em que era o sítio.

Ah, o livro não menciona qual era o verdadeiro nome de Nhonhô.

FONTES:

  • A história dos bairros de São Paulo , o bairro de Vila Mariana, do autor Pedro Domingos Masarolo, págs 75-76.
  • Site Estações Ferroviárias. Disponível em : http://www.estacoesferroviarias.com.br/v/fotos/vlmariana8901.jpg

* Para saber de mais histórias envolvendo os bairros da Vila Mariana, Vila Clementino e Mirandópolis, basta clicar aqui: http://temnopedaco.com.br/category/historia-dos-bairros/

Bem, espero que tenham curtido mais uma memória da Vila Mariana.

Até a próxima !!

Beijocas apertadas

Dani

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Descubra os mitos que envolvem a sexualidade das pessoas com deficiência!

deficiência

* Artigo elaborado pela Dra Michelli Bertoni

A sexualidade já é um assunto recheado de tabus, né? Agora, se juntar sexualidade e deficiência, “nossa”, muitos dirão, “dá para falar sobre isso?”

Para muitos a sexualidade do deficiente é um tabu. 

Anos e anos, pessoas com deficiências vem conquistando seu espaço, digo dessa forma, mas na verdade isso nem deveria ser assim. A pessoa com deficiência não precisaria lutar por algo que já é seu por natureza, pelo simples fato de existir. Mas, infelizmente é preciso lutar por este espaço, e neste espaço engloba vida social, afetiva, familiar e profissional, ou seja os quatros pilares essenciais do ser humano no mundo.

 
Para a pessoa com deficiência, penso que é preciso o dobro de energia para conseguir “passear” livremente por esses pilares. Contudo, mesmo com o dobro de energia, a PCD (pessoa com deficiência) é confrontada diariamente com situações e sentimentos alheios de uma sociedade que ainda carrega em seu histórico cultural, preconceitos, discriminação, já que no passado, a PCD ou era eliminada, ou isolada, ou negligenciada, ou algo ainda mais terrível.


Apesar de notadamente observar alguns avanços em relação a diminuição do preconceito e discriminação da pessoa com deficiência, principalmente quando falamos das relações sociais, familiares e até profissionais, a parte das relações afetivas, ou seja, espaço da sexualidade da pessoa com deficiência ainda é considerado por muitos PCD’s difícil de exercer de forma plena.

É preciso reflexões acerca deste assunto, pois engloba diversos fatores que tentarei resumir alguns deles aqui.

Considerando que a maior parte da sociedade olha para a deficiência como algo que está fora do padrão considerado “normal”, imagine que para muitas pessoas com deficiência, que as vezes por pouco recurso de enfrentamento emocional, se contagia com este olhar da sociedade, fazendo com que não sejam capazes de aceitar a si mesmo, reconhecer a sua sexualidade. Isso pode acarretar na imaturidade sexual, contribuindo para que tenha dificuldade para escolher seus parceiros (as), fazendo escolhas erradas, muitas vezes carregadas de ilusões. 

Aquela pessoa com deficiência que não se contagiou ou então superou o olhar da sociedade julgadora, aceitando sua deficiência, consegue obter bons relacionamentos afetivos. 

Muitos dirão, como? 
Quando nos relacionamos afetivamente, ali, no real, não é somente o corpo físico que é responsável pela união. É o conjunto de diversos elementos, como sintonia, afinidade, encanto, admiração que faz com que o amor surja e mantenha essa união.  Muitas pessoas com deficiência namoram ou são casadas, tem filhos e exercem de forma plena o pilar da vida afetiva. 

Para fechar, vale a reflexão: busque encontrar a aceitação de si mesmo, reconhecendo suas potencialidades, fechando os olhos para os julgamentos alheios. Dessa forma, sendo quem é, modificará aos poucos a nossa sociedade que ainda apresenta enraizados o preconceito e a discriminação.

Dra Michelli Bertoni

* Dra Michelli Bertoni, Psicóloga Clínica e PCD.

Contatos: 

  • Instagram:  @michellibertoni

Beijocas apertadas

Dani

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